- 248,1 milhões;
- A Secretaria de Infraestrutura e Obras Públicas – 10 projetos aprovados, sendo 1 para cada cidade (Araruama, Cantagalo, Conceição de Macabu, Cordeiro, Macuco, Paty do Alferes, Petrópolis, Rio das Ostras, São José do Vale do Rio Preto, Volta Redonda) – R$ 232,5 milhões;
- E a Secretaria de Cidades – 1 projeto aprovado sem destinação informada – R$ 250 milhões.
A defesa de Cláudio Castro sustenta que o movimento foi técnico e planejado. Em nota, o ex-governador argumentou que o estado apresenta resultados fiscais positivos, com superávit de aproximadamente R$ 7 bilhões, o que permitiria a liberação responsável dos recursos para sua finalidade principal: financiar obras estruturantes.
Castro ressaltou ainda que as decisões do Fundo Soberano são tomadas de forma colegiada por um conselho administrativo, sem a integração direta do governador, e que os projetos visavam justamente socorrer cidades castigadas pelas chuvas do início de 2024.
Contudo, o governo interino mantém o “pé no freio”. Ricardo Couto afirmou que não foi informado sobre a tramitação desses processos à época e que, “por ora, não haverá liberação de recursos”. A paralisia administrativa coloca os prefeitos do interior em uma corrida contra o tempo, temendo que obras essenciais de contenção de encostas em locais de risco fiquem apenas no papel.
Fonte: Rádio Natividade/Reprodução G1.
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